Juiz não vê discriminação em peça teatral sobre acidente de trabalho

Os sócios Gustavo Sartori e Lucas Rossi e a advogada Verônica Arruda, especialistas em Direito do Trabalho, conduziram a defesa da empresa em ação que ganhou destaque no Migalhas.

A Justiça do Trabalho afastou a alegação de que uma peça teatral apresentada durante a SIPAT teria caráter discriminatório, ao entender que a encenação possuía finalidade educativa e estava protegida pela liberdade artística. A decisão reconheceu que não houve intenção de ofender ou ridicularizar trabalhadores acidentados, julgando improcedentes os pedidos formulados pelo Ministério Público do Trabalho.

Confira notícia na íntegra.


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